segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Governo Socialista


Hoje, a meio de uma simploria aula de Sociologia a professora foi obrigada a interromper o trabalho para ir avisar uma turma ( claro CEF), acerca do barulho que estavam a fazer. Qual não é o seu espanto que quando está a dar o seu raspanete repara que no meio da sala de encontra o professor da turma pávido e sereno incapaz de controlar aqueles "selvagens".


Nao posso estar contra a qualificaçao do ensino em Portugal e do mercado de trabalho mas o que posso e devo estar contra é a politica de facilistismo deste governo Socialista. Políticas que contem especialmente para sondagens só prejudicam o sistema de ensino público e os que nele trabalham. Devemo-nos portanto levantar-nos e dizer "Não"! Não ao facilitismo no ensino, não ao desrespeito pelo ambiente escolar, não ao aproveitamento de se desresponsabilizar pelos deveres de aluno.
O que acredito é em alunos esforçados e ambiciosos, capazes de se afirmarem num mercado cada vez mais competitivo e não a criação de ignorantes que simplesmente aprendem a ler e a escrever ( ás vezes mal! ). Alunos que para além de despesa estatal não podem dar mais nada ao país e se enganam com o certificado de 9º Ano.


Não á ignorancia, sim á Responsabilidade!



O Presidente'

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Cimeira Luso-Espanhola

O bastonário da Ordem dos Médicos receia que o Governo se desleixe na obrigação de cuidar da saúde de quem vive na raia. É o comentário de Pedro Nunes à hipótese de um alargamento da colaboração na prestação de cuidados de saúde às populações que vivem na fronteira entre Portugal e Espanha. Este é um dos acordos que deve ser firmado esta quinta-feira na cimeira luso-espanhola.*

*Noticia Sapo



Apoio claramente a melhoria no Sistema Nacional de Saude. Todos os Portugueses devem ter direito ao SNS, um serviço de qualidade e de excelência mas o que eu temo, tal como Pedro Nunes, é o constante distancia que o governo faz manter das suas fronteiras. Um principio primordial de Portugal deve ser a defesa das suas extremidades, e nao se esqueçer que vai desde o Minho ao Algarve, do Cabo da Roca a Paralela.

Espero que este acordo nao seja mais um abandonar do Interior já á muito esqueçido...